22/11/11, 01:03
Por Inês Andrade/OJE
O mecanismo financeiro do espaço económico europeu, EEA Grants, vai atribuir 58 milhões de euros ao desenvolvimento de projectos em Portugal até 2014, sendo este valor quase o dobro do recebido no período entre 2004 e 2009, que perfez 31 milhões de euros.
O EEA Grants é um programa que apoia a coesão e procura reduzir as disparidades socioeconómicas no continente europeu. Financiado a 95% pela Noruega, conta ainda com o apoio do Liechtenstein e da Islândia. O novo projecto dispõe de um montante total de 988,5 milhões de euros, que foram alocados por projectos em 15 países beneficiários do centro e sul da Europa.
As áreas prioritárias para este investimento centram-se na Protecção Ambiental, Mudanças Climáticas e Energias Renováveis, Sociedade Civil, Saúde e Educação, Herança Cultural e Pesquisa e Bolsas de Estudo.
Ove Thorsheim, Embaixador da Noruega em Portugal, revelou ao OJE que a razão pela qual ainda não são conhecidos concretamente os projectos beneficiários no país está relacionada com o facto de o memorando de entendimento com as autoridades portuguesas ainda não ter sido oficialmente assinado". Apesar do atraso, o Embaixador acredita que as áreas primordiais de investimento serão o "sector marítimo, a saúde e a cultura". "Esperamos ter o programa aprovado pelo Governo português até à segunda metade de Janeiro", disse Thorsheim.
O EEA Grants é um programa que apoia a coesão e procura reduzir as disparidades socioeconómicas no continente europeu. Financiado a 95% pela Noruega, conta ainda com o apoio do Liechtenstein e da Islândia. O novo projecto dispõe de um montante total de 988,5 milhões de euros, que foram alocados por projectos em 15 países beneficiários do centro e sul da Europa.
As áreas prioritárias para este investimento centram-se na Protecção Ambiental, Mudanças Climáticas e Energias Renováveis, Sociedade Civil, Saúde e Educação, Herança Cultural e Pesquisa e Bolsas de Estudo.
Ove Thorsheim, Embaixador da Noruega em Portugal, revelou ao OJE que a razão pela qual ainda não são conhecidos concretamente os projectos beneficiários no país está relacionada com o facto de o memorando de entendimento com as autoridades portuguesas ainda não ter sido oficialmente assinado". Apesar do atraso, o Embaixador acredita que as áreas primordiais de investimento serão o "sector marítimo, a saúde e a cultura". "Esperamos ter o programa aprovado pelo Governo português até à segunda metade de Janeiro", disse Thorsheim.
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