22/11/11, 01:04
OJE
Os Certificados de Aforro, um instrumento de poupança ligado à dívida pública portuguesa, continuam a sofrer avultados resgates.
Os aforradores já levantaram o equivalente a 23% do stock global deste instrumento de poupança durante os primeiros 10 meses deste ano.
Dados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) indicam que o valor total aplicado neste instrumento era, no final de Outubro, de 11 923 milhões de euros, menos 3548 milhões de euros do que no final do ano passado. Em Outubro, o valor destes instrumentos reduziu-se, em termos líquidos, 292 milhões de euros. Ainda no mês passado, o valor das novas subscrições não foi além dos 31 milhões de euros.
A influenciar a decisão dos aforradores está a redução dos benefícios associados a quem detém este tipo de produtos, a par da oferta de instrumentos semelhantes pela banca, nomeadamente as aplicações em Bilhetes do Tesouro (BT) que estão a gerar rendimentos de dois dígitos, tendo em conta o pagamento do cupão e o desconto na compra no mercado secundário.
A banca está, por outro lado, a cativar os aforradores para os depósitos a prazo com taxa garantida e com remunerações elevadas, que se aproximam dos 5%, independentemente das limitações impostas pelo regulador ao nível das taxas oferecidas.
Também um outro instrumento de poupança, os fundos de investimento mobiliários (FIM), tem perdido aderentes.
O montante sob gestão dos FIM nestes 10 meses foi de 22,9%, um nível semelhante aos dos certificados de aforro. Neste instrumento, os aforradores têm 10 962,5 milhões de euros, de acordo com a Apfipp. Em Outubro, mais uma vez, os resgates de 346,9 milhões de euros superaram os 165,3 milhões de euros em subscrições.
Os aforradores já levantaram o equivalente a 23% do stock global deste instrumento de poupança durante os primeiros 10 meses deste ano.
Dados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) indicam que o valor total aplicado neste instrumento era, no final de Outubro, de 11 923 milhões de euros, menos 3548 milhões de euros do que no final do ano passado. Em Outubro, o valor destes instrumentos reduziu-se, em termos líquidos, 292 milhões de euros. Ainda no mês passado, o valor das novas subscrições não foi além dos 31 milhões de euros.
A influenciar a decisão dos aforradores está a redução dos benefícios associados a quem detém este tipo de produtos, a par da oferta de instrumentos semelhantes pela banca, nomeadamente as aplicações em Bilhetes do Tesouro (BT) que estão a gerar rendimentos de dois dígitos, tendo em conta o pagamento do cupão e o desconto na compra no mercado secundário.
A banca está, por outro lado, a cativar os aforradores para os depósitos a prazo com taxa garantida e com remunerações elevadas, que se aproximam dos 5%, independentemente das limitações impostas pelo regulador ao nível das taxas oferecidas.
Também um outro instrumento de poupança, os fundos de investimento mobiliários (FIM), tem perdido aderentes.
O montante sob gestão dos FIM nestes 10 meses foi de 22,9%, um nível semelhante aos dos certificados de aforro. Neste instrumento, os aforradores têm 10 962,5 milhões de euros, de acordo com a Apfipp. Em Outubro, mais uma vez, os resgates de 346,9 milhões de euros superaram os 165,3 milhões de euros em subscrições.
Sem comentários:
Enviar um comentário